O sangue dos mártires é a semente da Igreja


Desde 34 d.C., com Santo Estêvão, que os mártires são uma constante na história da Igreja, sendo perseguidos, torturados e mortos por todo o mundo. Engana-se, quem pensa que isso acabou com o Édito de Milão, de Constantino I e Licínio, em 313 d.C.

Exemplo disso foi o bispo chinês John Han Dingxiang, cuja Fé que desafia a lógica levou a uma vida de agressões, nos 35 anos que esteve preso. Nascido em 1939, foi ordenado padre em 1986 e bispo apenas três anos depois. A sua última prisão, que durou 10 anos, aconteceu durante a pregação de um retiro. Foi levado para um local desconhecido e encontrado apenas porque um pedestre que filmava a rua apontou a câmara para a janela e o bispo John ao reparar, levantou bem alto a sua cruz. Morreu em 2007.



Bem aventurados os que como ele, cristãos que pelo mundo inteiro são perseguidos por amor à justiça, pois deles é o Reino de Deus. É também neste pecado cometido contra Igreja que os seus fieis encontram força para continuar a caminhar: diz São Paulo aos romanos que "onde abundou o pecado, superabundou a Graça" (Rm 5, 20) e Tertuliano, autor cristão do século II, afirmava que "o sangue dos mártires é a semente da Igreja".

Sem comentários:

Enviar um comentário